

Você já conhece a novidade que está dominando o visual das famosas?
Peplum significa uma aplicação de volume extra, geralmente em forma de babado, na região entre o quadril e a cintura.
O efeito pode cobrir toda a circunferência da peça ou ser apenas um detalhe, como vemos nas imagens das passarelas.
O detalhe pode ser com babados que tenham movimento, mas normalmente é representado por algo mais estático e estruturado. Pode estar em vestidos, saias ou blusas.
Trata-se de uma tendência que define a silhueta e faz referência à ênfase na cintura fininha de antigamente. Faz parte de um estilo retro, normalmente associada a algo mais romântico mas também pode ser sensual e minimalista.
Para aderir é importante conhecer bem as proporções do corpo.
Por ser uma tendência que traz aplicações próximas à região do quadril, deve ser evitada por mulheres com o quadril largo pois a tendência é atrair os olhares para essa região. Nesse caso, vale provar peças com detalhes pequenos, em cores mais escuras.
Também é verdade que o peplum (quando aplicado em toda circunferência da peça) costuma ajudar a afinar a cintura e disfarçar uma pequena barriguinha.
Mas o formato de corpo mais valorizado são mulheres com quadril estreito ou que tenham seu corpo no formato de triângulo invertido (ombros mais largos que o quadril).
O peplum ajuda a equilibrar a silhueta, afinar a cintura e deixar o quadril mais largo e proporcional aos ombros.
Importante entender que o peplum deve ser destacado no look. Portanto, invista em peças ajustadas nas demais regiões para que o efeito seja desenhar a silhueta e destacar sua aposta nessa nova tendência. Normalmente, combina mais com ocasiões sofisticadas do que com looks casuais, mas vale muito seu estilo de vida.
O estudante indiano de design de produtos Sanu K. R. apresentou um conceito futurista que poderia resolver o problema dos engarrafamentos e superlotação nas grandes cidades. O veículo, para apenas uma pessoa, seria compacto o suficiente para atravessar os espaços entre os carros.
O protótipo parece uma bolha transparente, com abertura de acesso em um dos lados. Para se locomover, ele seria impulsionado por duas rodas, cada uma localizada em uma lateral, e se equilibraria graças ao ângulo formado por elas. Com a ajuda de sensores e de um giroscópio, que detectaria os comandos na direção realizados pelo motorista, o veículo ganharia movimento.
Os comandos, por sua vez, seriam acionados através de um pequeno joystick, instalado no braço direito do assento do motorista. Uma alavanca cromada na lateral esquerda seria responsável por frear o veículo.
Alguns aspectos do conceito, contudo, ainda precisam ser esclarecidos, como, por exemplo, o tipo de combustível (ou energia) que seria adotado, os itens de segurança para o motorista, bem como detalhes do motor e do seu funcionamento. Não há previsão de que o produto chegue a ser produzido.
Teshima e sua moto já passaram pelas cidades de Fukuoka, Kobe e Osaka
Criado em 1988 o desenho japonês Akira, que adaptava para o cinema a série de mangás de mesmo nome se tornou cult e tem fãs até hoje ao redor do mundo. Como não poderia deixar de ser, os admiradores mais ferrenhos estão no Japão.
Entre eles está Masahi Teshima, da cidade de Fukuoka, que empregou seus conhecimentos em engenharia e a bagatela de 10 milhões de ienes (equivalente cerca de R$220 mil) durante sete anos para construir uma réplica da motocicleta utilizada pelo personagem Kaneda no desenho. A moto não é apenas feita em escala real, como também é totalmente funcional.
Ainda não se sabe qual o motor ou a base mecânica utilizados no projeto, mas o resultado final ficou tão bom que foi reconhecido pelo próprio Katsushiro Otomo, criador do mangá e do desenho. Teshima também tem idéias nobres: está cruzando o Japão com a moto – e devidamente trajado como Kaneda – para levantar fundos para o autismo infantil. A parada final será em Tóquio, onde a moto vai ter lugar garantido em uma exposição dedicada ao próprio Otomo com o objetivo de arrecadar dinheiro para as vítimas do terremoto que assolou o país no ano passado.
Olha que ideia linda: usar na decoração aquele jogo de cristal desfalcado ou de pouca utilidade. Sim, seus cálices podem se transformar em castiçais, abajures, vasinhos e suporte para doces. Tim-tim!
Você vai precisar de…
· Taças (você já tem em casa);
· Tesoura, cola branca e cola quente;
· Papel para scrapbook;
· Rosas, cactos e casca de árvore
Para um clima mais aconchegante, apague as luzes e ilumine o ambiente com estes charmosos abajures. Corte retângulos num papel para scrapbook seguindo o diâmetro da taça de champanhe. Envolva-a com o recorte e prenda as pontas com cola branca. Coloque dentro do cristal uma vela medindo a metade da altura dele para que a chama não fique para fora.
Até a taça de vinho pode virar vaso! Preencha-a com casca de árvore picada, terra e uma planta pequenina. Aqui, foram utilizadas espécies suculentas, como cactos, pois têm boa durabilidade.
Eterno queridinho entre os doces, agora o brigadeiro é servido com uma pequena colher em copinhos e salta das festas infantis para ganhar ares mais sofisticados, marcando presença como sobremesa até em festas de casamento.
Para o culinarista Ubiratan Vieira, além da forma divertida de servir, o brigadeiro de colher é mais fácil de fazer, já que dispensa o trabalho de enrolar. “E é uma opção mais barata do que os docinhos finos e decorados”, diz Vieira.
Dê o ponto certo da receita!
· O truque é adicionar creme de leite à receita para ficar mais leve e cremosa.
· Prefira usar o chocolate em pó. Os achocolatados podem açucarar o doce.
· Prepare em uma panela de fundo grosso, que distribui o calor mais uniformemente.
· Mexa sem parar, para não empelotar e manter a cremosidade. O ponto ideal é um pouco antes de soltar do fundo da panela.
· Decore com granulados tradicionais ou splits (achatadinhos), confeitos, bolas coloridas ou castanhas.
· Os brigadeiros de colher têm a durabilidade de três dias e podem ser mantidos na geladeira em potes hermeticamente fechados.
A geladeira não é a sua melhor amiga. É o que defende o clínico geral e psicoterapeuta argentino Máximo Ravenno em seu livro “A Teia de Aranha Alimentar” (Ed. Guarda-Chuva, R$ 38*).
Percebendo o grande número de pacientes que encara a comida (em especial doces e frituras) como a maior fonte de conforto diante das dificuldades da vida, o médico criou um método que, trazendo a saciedade de volta, elimina a compulsão alimentar. É o fim do ciclo “comer para ficar bem e se sentir culpada depois” e o início de um transformador percurso rumo a uma vida saudável, sem dieta! Pronta para treinar seu cérebro?
Identifique o ciclo que faz vê comer sem parar
Quando você ingere um alimento que adora (em geral, doces e frituras, né?), seu cérebro registra a experiência como algo prazeroso. Então, toda vez que se depara com uma situação estressante, ele recupera essa sensação e pede mais desses alimentos. Só que essa é uma solução provisória e, pior, viciante! A dependência pode não ser diária, mas já caracteriza uma percepção de que comida gostosa é recompensa para qualquer sensação ruim.
Mecanismos de defesa
Alguns mecanismos de defesa fazem você negar que está neste ciclo; assim, você continua comendo sem parar. As armadilhas abaixo são comuns e podem estar reforçando seu vício. Ver a si mesma em alguma delas é o primeiro passo para a superação.
· Racionalização: identificar uma ação como responsável pelo excesso de comida. Por exemplo, dizer que se alimenta mal pois “não tem tempo” para buscar itens saudáveis.
· Desatenção seletiva: seja no espelho do elevador ou no reflexo da vitrine, as mulheres costumam checar o visual. Pessoas obesas, no entanto, evitam encarar a realidade de que estão acima do peso.
· Deslocamento: a ideia é adaptar seus interesses e gostos à comida com o objetivo de sustentar seu vício. Já pensou que seus programas favoritos incluem comer?
· Isolamento: seu organismo reprime os sentimentos negativos relacionados à sua compulsão. Por exemplo, você passa a não se incomodar mais por usar calça tamanho 48…
· Formação reativa: este mecanismo de defesa faz com que você acredite que a gordura está relacionada à saúde e a magreza, à doença.
O método exclusivo
O médico Máximo Ravenno garante que, seguindo estes três passos, você vai conseguir mudar sua relação com a comida.
1. O ponto de partida é reduzir o excesso de alimento. “A sensação de não ter comido o suficiente desaparece em 48 horas e a saciedade voltará naturalmente”, diz o médico. Evite carboidratos, gordura e sal. Não só a fome diminuirá, mas a vontade de resolver seus problemas comendo.
2. Diga “não” ao se deparar com algo tentador e escolha porções pequenas do que for comer. Isso é decisivo, implica numa escolha: comer mais mesmo sabendo que isso não resolverá seus problemas ou comer pouco para deixar de sentir uma fome compulsiva.
3. Fique longe da comida e aumente o tempo entre cada refeição: não coma mais de quatro vezes ao dia. Nesse ponto, você já sentirá menos fome, o que vai ajudá-la a conter desejos. A partir daí, emagrecerá de forma saudável e sem culpa!
Com menos de uma semana para a Páscoa já está na hora de começar a pensar nos preparativos, além de comprar os ovos, separar aquela receita de bacalhau e chamar toda família para as festas, devemos pensar também na decoração. Tenho a impressão de que depois que só temos adultos na casa não damos mais tanta atenção para Páscoa, mas esse ano pesquisando na internet resolvi tirar as caixas de enfeite de Páscoa do armário!
Seguem então algumas imagens para inspirar a sua decoração para Páscoa…
A fama de vilão da saúde bucal que o chiclete tinha ficou no passado. Os lançamentos de gomas de mascar, na verdade, trazem ótimas novidades para o seu sorriso – além de outros benefícios, como diminuir o stress. Fique de olho nos rótulos e coloque a mandíbula para funcionar.
Xô, cáries!
Quando você mastiga, estimula a produção de saliva, que diminui a acidez dentro da boca. Isso é importante porque, quanto maior esse nível, mais os dentes ficam vulneráveis às cáries. O problema é que os chicletes com açúcar acabam anulando essa vantagem.
Hoje, é possível contar com as versões sem açúcar – e é apenas com essas que você deve ficar. Elas possuem xilitol, um adoçante natural encontrado em frutas e vegetais que tem ação bactericida. “O atrito mecânico da goma com os dentes, em conjunto com o xilitol, ajuda a reter menos bactérias nas faces livres dos dentes”, explica o periodontista Marcelo Sarra Falsi, da Clínica DF Odonto, em São Paulo. “Além disso, as bactérias não conseguem fermentar o xilitol, o que gera menos danos ao esmalte dos dentes.”
Hálito melhor
Mais uma vantagem do aumento da saliva é que ele impede que as bactérias ruins se proliferem na boca e causem mau hálito. No entanto, vale sempre lembrar que outros problemas crônicos, além da (falta de) higiene, podem ser responsáveis pelo bafo de onça, e, nesse caso, só um especialista pode ajudar você a cortar o mal pela raiz.
Dentes mais brancos
Outra novidade são as gomas com partículas que aumentam o atrito com o dente, removendo parte da placa bacteriana (amarelada) e dando a sensação de dentes mais claros. Ótima notícia, mas atenção: “As manchas intrínsecas, que ficam no interior do dente, não são removidas por esse processo”, diz Falsi. Para isso, procure seu dentista.
Abaixo o stress!
Quer mais um bom motivo para abrir a embalagem? Um estudo de 2008 realizado na Universidade Swinburne, na Austrália, patrocinado por uma marca descobriu que mascar chicletes sem açúcar ajuda a aliviar a ansiedade, melhorar o alerta e diminuir o stress – os níveis de cortisol presentes na saliva dos mascadores eram até 16% mais baixos.
Menos calorias
Sim, os chicletes sem açúcar podem dar uma mãozinha na redução do consumo de doces. A conclusão é de uma pesquisa realizada em 2009, na Universidade do Estado da Louisiana, nos EUA, e patrocinada por um fabricante. Os participantes que consumiam gomas entre o almoço e o lanche da tarde relataram menos vontade de comer, especialmente guloseimas. E mais: reduziram o consumo de doces em 60 calorias.
“Além do sabor forte e refrescante, que contribui para aliviar a vontade do doce, os chicletes distraem e tiram o foco de quem tem necessidade de sempre comer ou mastigar algo”, diz a nutricionista Cynthia Antonaccio, da Equilibrium Consultoria, em São Paulo. Mas cuidado com o efeito contrário: “Se o indivíduo não está se alimentando bem, por exemplo, vindo de um longo período de jejum, mascar um chiclete pode estimular o apetite”, avisa a nutricionista Cristiana Martins, da Clínica Sara Bragança, no Rio de Janeiro.
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